NEVESIS | Demo CD (ESTONIA)
09/10/2009
NEVESIS
“Demo CD” – 2009
Músicas:
1. Starfish Porn
2. My Eyes, The Flying Sucers
3. 7000000 Years
Formação:
KEN | Drums
VÕSA | Bass
ERKS | Guitar/Vocal
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PASTEL DE MIOLOS | Ciranda
“CD Virtual” – 2009
O que é ser punk-rock? A resposta é bem simples: ser punk é ser você. E não o “estar punk” como muito se banalizou. Ser uma banda punk-rock ao longo de quinze anos de estrada, sem perder o prumo e mantendo o padrão sonoro é ser punk-rock! O discurso e a pegada estão lá, como essência de toda uma história e o comprometimento com sua própria verdade, e claro, também com o acompanhamento necessário nas atualizações cotidianas.
O Power Trio baiano Pastel De Miolos (P.D.M.) formado por Alisson Lima (guitarra e voz), Alex Costa (baixo e voz) e Wilson Santana (bateria e backing vocal) costuram bem as páginas da vida de uma história ímpar, no formato primitivo dos três acordes, palavras sinceras e energia tribal. Sem maquiagens. A proto-gênese da arte embutida no ser humano.
Agora em “Ciranda”, seu mais recente trabalho, um quase disco-cheio com nove balaços punks saídos de uma oficina bate-estaca, em que prestam homenagens explícitas às suas referências musicais brazucas e gringas como Cólera, Ratos de Porão, Os Replicantes, Garotos Podres, Inocentes, Dead Kennedys, The Ramones, The Clash, entre tantos outros. Sonoridade punk pós-77 e hardcore old school celebram a amizade entre esses baianos do interior. É isso o demonstrado no disco de produção esmerada do magistral Jera Cravo.
Algumas dicas: A faixa “Terra em transe” é um petardo de 46 segundos reportando a uma instantânea roda de pogo que faz lembrar o primitivismo hardcore do Olho Seco ou do ianque 7 Seconds. “Opressão…” é a veia atualizada, um grito desesperado, xilofone, cowbell, paredes de guitarras, baixo matador e bateria pulsante. Já “Eles”, caberia muito bem no repertório de um atualizado Garotos Podres ou no esquecido Detrito Federal. A pedrada moderna vem com “Ser Humano” com um riff simples e letra afiada. Ei, acho melhor você escutar o disco e comprovar o quanto mais experiência e estrada tem o P.D.M., melhor fica sua música!
“Ciranda” foi gravado com recursos do “EDITAL de APOIO À PRODUÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL EM MÚSICA (FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA/FUNDO DE CULTURA), é um lançamento da Brechó Discos em parceria com vários com Selos, NetLabels, Blog’s, Sites especializados em música e poderá ser baixado de forma gratuita.
Release by: Jesuino Oliveira | LadoNorte.Net
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…BUGS | Eli, Lama Sabachthani (Natal/RN)
09/10/2009
BUGS | Eli Lama Sabachthani (EP Virtual)
Músicas:
1. Cães de 78
2. Ruminando vontades
3. Ela vestiu-se de chamas
4. Morfina
5. Jantar em família
6. Quarto dos fungos
RELEASE:
O Bugs surgiu em 2002 em Natal/RN como um power trio barulhento, com pitadas de Who, Blur, MC5, cinema e literatura. No mesmo ano, lançaram o EP Je Suis un Révolutionnaire, via Mudernage/Solaris Discos. Já em 2003, a banda lança seu primeiro disco full, via Mudernage, de título homônimo. Com a repercussão do seu trabalho, a banda consegue boas críticas da imprensa especializada e participa de alguns dos principais festivais do país como MADA(RN), PORÃO DO ROCK(DF), FEIRA DA MÚSICA(CE) e ABRIL PRO ROCK(PE).
Em 2006, a banda passa por reformulações em sua formação. Joab Quental, baterista fundador do trio, deixa a banda, sendo substituído por Augusto Cezar. Com essa formação, a banda entra em estúdio em 2006 para registrar seu terceiro trabalho, o EP Exílio, lançado no mesmo ano via Mudernage. Na mesma época, mais uma modificação na formação da banda acontece. Dimetrius Ferreira, é convidado para assumir mais uma guitarra no grupo. Com essa formação, o BUGS participou de mais alguns festivais como DOSOL(RN), MUNDO(PB), VIRADA CULTURAL DA CIDADE DE SÃO PAULO(SP) e MADA.
No início deste ano, a banda registrou seu quarto trabalho, o EP Eli, Lama Sabachthani, com mixagem e masterização de Gustavo Vazquez(ROCKLAB e MQN/GO). Buscando uma sonoridade mais pesada e direta, passeando por referências como Black Sabbath, Grand Funk, e manifestações mais atuais como Fu Manchu e Desert Sessions, sem perder a poesia.
O Download deste novo trabalho pode ser feito no site da banda
bugsrock.com.br
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Vendo 147 (Salvador/BA)
16/05/2009
Duas baterias não caberiam nunca num 147, mas DOIS baterista, apertando cabe!!

VENDO 147 - Foto By: Nívia Lima
Com essas caras feias eles nunca vão vender esse 147, mas com o som, ai a coisa muda de figura, trata-se de Rock Instrumental, sem frescuras, mas o grande diferencial é justamente os DOIS bateras, ou seja, o CLONE DRUM, já está rolando pela rede uma PRÉ-MIX do que será um SINGLE e posteriormente sairá um EP, tanto o SINGLE e o EP, serão VIRTUAIS, terá um esquema de distribuição por meio de SELOS|GRAVADORAS|BLOGS… e o mais importante de tudo, poderemos efetuar DOWNLOAD sem correr risco de sermos presos, mas vamos ao que interessa, o release descrito abaixo, para que vocês possam entender melhor esse lance de CLONE DRUM:
BAIXE O SINGLE:
http://www.mediafire.com/?rihynuaznjn
http://www.mediafire.com/?rihynuaznjn
http://www.mediafire.com/?rihynuaznjn
http://www.mediafire.com/?rihynuaznjn
Maiores informações:
O RELEASE:
Sobre clones e baterias
Banda com duas guitarras é bem comum. Sem guitarra você já deve ter visto. Sem baixo, eventualmente. Sem vocalista, idem. Com dois vocalistas? Claro. Mas se você, roqueiro ou não, acha que já viu de tudo nessa vida, muita calma nessa hora. Que tal… dois bateristas? Sim, dois bateristas, porque não?
Vejam bem, estamos falando de dois bateristas, e não de duas baterias. A bateria continua reinando única e soberana. A novidade é que resolveram contrariar as leis da física e inventaram que dois bateristas podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço. E a mesma bateria também. Assim nasceu o “clone drum”. Na essência, a coisa é simples: um mesmo bumbo tocado por duas pessoas, uma de frente para a outra, sincronizadas, como gêmeas, clones.
Quem inventou isso? Bom, os primeiros a lançarem a moda foram os suíços do Monsters. Há quem diga que já se fez isso na Suécia também. Mas não é que uns malucos da Bahia resolveram importar a invenção? Dando nome aos bois: Glauco Neves e Dimmy “O Demolidor” Drummer, os “bateristas-clones”, Pedro Itan e Duardo Costa nas guitarras e Caio Parish no baixo.
Alguns deles são velhos conhecidos do rock baiano. Glauco é ex-baterista da Vinil 69 e da Pessoas Invisíveis, Dimmy tocava no Honkers, Pedro é ex-guitarrista da Vinil 69 e do Honkers, Duardo toca na sergipana Snooze, Caio é baixista da Trevo Robótico. Eles formam a Vendo 147, uma banda que diz fazer música instrumental, sem pretensão e sem rótulo.
Mas, aqui pra nós, é muito fácil pôr abaixo as duas afirmações dos caras. Apesar de não querer ser rotulada, é inegável dizer, pelo menos, que a banda toca rock. Rock de verdade, como dizem alguns roqueiros velhos, órfãos, saudosistas. Rock bem tocado. Atual, mas com um leve toque de ontem. Virtuoso, sem ser chato. Rock pra quem odeia e pra quem adora rock. Pra suíços e baianos.
Outra afirmação que pode ser facilmente refutada: como uma banda é despretensiosa lançando uma novidade como essa? Ambição é o nome deles. Ousadia é o apelido. Você vai ouvir falar muito dessa banda. E vai saber de cor o seu nome completo.
Para maiores informações:
(71) 8804-7440
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JATO INVISIVEL (Lauro de Freitas/BA)
25/04/2009

www.myspace.com/jatoinvisivel
Uma banda que nasceu com sonoridade forte, vinda de influências diversas, que já passou por algumas formações, encontrou enfim sua forma: Sioux Machado (vocais), Ted (guitarra/vocais), Edimar Jr. (baixo) e Ederson Shinoda (bateria), mergulhando em devaneios musicais provenientes do âmago de suas almas… A versão acústica de “Debaixo do Tapete”, temporariamente disponível no Myspace, é uma demo caseira de um dos sons da banda.
Vale muito a pena escutar!
www.myspace.com/jatoinvisivel
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POCILGA DELUXE
09/02/2009

Banda Pocilga DeLuxe
A Pocilga DeLuxe toca psicopop. É música pop estranha com melodias instigantes. Os arranjos têm como base a combinação guitarra, baixo e bateria, mas explorando e alternando as dinâmicas das músicas em diferentes grooves. Além das guitarras poderosas, baixo pulsante e bateria sincopada, as músicas têm arranjos vocais que saem do lugar comum. As letras surpreendem ao revelar comportamentos obsessivos, juntando sofisticação e cafajestice, afetação e passionalidade, inocência e ironia. Em estúdio, são também acrescentados sons de metais e cordas, sintetizadores, órgãos e efeitos. A banda é do Recife (Pernambuco, Brasil) e foi formada em 2007. Tem como integrantes André Balaio (voz), Pedro Parini (guitarras), Marina Adeodato (baixo e voz) e Alex Da Maia (bateria e vocais). Todos com experiências anteriores em grupos de diferentes origens e estilos, como Paulo Francis Vai Pro Céu, Lady Murphy, Iconoplastica e Sísifos. A Pocilga DeLuxe toca músicas próprias (com títulos sugestivos como “Amor de cemitério”, “Paris é uma festa”, “Tique”, “Garota da Aurora”). Ao vivo, inclui covers de gente como Serge Gainsbourg e Roxy Music. Entre as influências – além dos já citados – estão: Mutantes, Nick Cave, Sonic Youth, David Bowie, PJ Harvey e Roberto Carlos. O grupo acaba de lançar seu disco de estréia, o EP “Aurora”, com seis músicas, que teve produção dos músicos Tomaz Alves Souza (líder da banda Profiterolis) e Pi-R, tecladista da Chambaril. “Aurora” está à venda na Livraria Cultura. A Pocilga DeLuxe tem feito shows elogiados pela crítica local, com gente como Badminton, The Playboys e Profiterolis em lugares como Quintal do Lima, Cortiço, Livraria Cultura e Burburinho (este último com a banda carioca Cabaret). . Tocou nos festivais No Ar – Coquetel Molotov (Sala Cine – Teatro da UFPE) e Música Recife (da Prefeitura da Cidade do Recife) com excelente acolhida do público e repercussão na mídia.
Para VER e OUVIR:
http://www.myspace.com/pocilgadeluxe
PARA BAIXAR O EP:
http://www.4shared.com/file/84887557/d27cefcb/Pocilga_DeLuxe.html
http://www.4shared.com/file/84887557/d27cefcb/Pocilga_DeLuxe.html
http://www.4shared.com/file/84887557/d27cefcb/Pocilga_DeLuxe.html
CONTATOS:
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